Me vi acreditando em tudo, mais uma vez. Não conseguindo concentrar-me em mais nada. Perdendo o controle daqueles sorrisos automáticosRoendo as unhas por tanto desejar alguém ao meu lado. Xingando-me por me ver entregando tudo que tenho, inclusive o coração, mais uma vez — já que havia me prometido nunca mais acreditar em nada, em ninguém — Olhando para um lugar fixo, sem se quer pensar em piscar os olhos — e com um sorrisinho tolo ao pensar naquele que me traz borboletas no estômago — Escutando músicas românticas e as vendo fazer sentido. Me vi rolando na cama, pela aquela pessoa atrapalhar o meu sono. […] “E eu tão singular, me vi plural”.
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